Terça-feira, Setembro 2

.In.



… estilhaço meu corpo contra o aroma metálico destas linhas.



[Morde-me as mãos…]


4 comentários:

Anónimo disse...

Não saberias se não te contasse, mas todos os dias levo-te pela mão...

Eu disse que não ia comentar...As únicas promessas que não cumpro são as que faço a mim mesma...

Anónimo disse...

‘Morde-me’ a chuva que escorre pela janela!
‘Morde-me’ o rio até à sua foz!
‘Morde-me’ os campos e flores com a volúpia de um toque!

‘Morde-me’ a fiada de ilusões e paixões!
‘Morde-me’ o grito… todos os dias, todas as noites!

‘Morde-me’…

Anónimo disse...

Mais uma pesquisa. Ou melhor, voltei a ler o que há muito tinha deixado na estante.
Esta coisa da repetição, de voltar "aos mesmos lugares", parece-me que não se fica pelos livros, não é verdade? Sorriso.

"Meio Jazz. Meio Blues"

Jazz...o-te
Num Jazz light
Meio Jazz
Meio Blues
Ao som do baixo
Ao ritmo da melodia.
E dentro ecoam as palavras
E dentro ecoa a certeza.
E enquanto te Jazz...o
Num Jazz light
Meio Jazz
Meio Blues
Sorrio e canto-te baixinho:
"Yes he is...some kind of wonderful..."


Encandescente in "Erotismo na Cidade"

*

Morgan disse...

Alguém não se esqueceu das dores infidáveis de ter arrancado cisos :o

[Não resisti, perdoa-me :p ]
Tu e a tua perfeita literacia, delicia-me a sério que sim :) *