"there's some cat on the saxophone
laying down a litany of excuses
there's madhouse longing in my baby's eyes
she rubs the lamp between her thights
& hopes the genie comes out singing"
Agarro a tua cintura: duas mãos, uma parede em miragem.
Encosto-te.
" - Por favor, não te mexas nestas janelas abertas de minutos!"
Cerras teus olhos, encosto-me quase em ousadia, levo meus lábios aos teus. Não os beijo, não agora, respiro entre o limiar do teu paladar.
Impresso, teu corpo em branco, para que as minhas mãos nunca sejam vazio.
Não são estandartes erguidos, as minhas perseguições: procuro-te, | de olhos postos no sofá |, procuro-te no espaço em que os sons asfixiam o silêncio, sem me olhares.
Escrevo-te, eu sei, por sentir tudo isto. Deixo-me, na imensidão do relógio, a espreitar a memória do teu regaço.
Fico-me
Quieto
À procura do teu chão.
Mergulho pelas costuras do firmamento, tudo pára, imóvel no toque do papel, exceptuando o teu sorriso, que baila, na ponta dos pés. E a casa, uma metarmofose, em tua graça.
Linha a linha ficam os corredores em vidro: sussurro-te a gravidade.
| Abraço-te nesta suave queda de um mundo que nos escapa entre os dedos |
São as minha palavras que tentam assustar todas as manhãs distantes do teu sorriso de Menina
.
2 comentários:
"Oh babe, I'm a thousand miles away
And I just don't know what to say
'Cause Jesus only loves a man who bruises
But darling we can clearly see
It's all life and fire and lunacy
And excuses and excuses and excuses"
Até que enfim escreves alguma coisa...
Está lindo...:)
Beijo...
Miss you.
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